Há cada dia que passa eu sinto a bohemia cada vez mais invadindo minhas vontades.
Aí eu fico naquela: ser feliz ou ser alguém?
por que essa semana consegui um emprego e fiquei triste...
mas agora pouco um amigo me chamou pra trabalhar num bar e eu estou irradiante.
Logo depois a dona de um bar me chamou pra fazer um som lá, pq ela se amarrou na minha.
Essa minha onda de cantar sem caixa e sem microfone, sabe-se la pq ela se amarrou nisso, mas fico feliz. E eu vou la ela me da algumas cerveja e uma porção de batatas e eu me sinto ótimo. E outras pessoas sobem no palco pra tocar algumas canções e isso é otimo também. Porque ninguem faz tipo, todo mundo é permitido ser louco na bohemia. E outro dia fizemos uma roda de samba numa pracinha com uns amigos do Fariofa Carioca, e foi ótimo também. pq ninguem se importava com o que o outro era, se ela era algo ou se nao era. pq ninguem sozinho era nada, mas todo mundo junto era uma galera se divertindo e cantando músicas de madrugada. E isso é mais importante do que todo o resto que diz que isso não é vida. Pro inferno, isso sim é vida!
Me embreagar das tuas virtudes, Do teu perfume,
Vagabundar pelas esquinas do teu coração,
Te desvendar com meus rabiscos sem sentido,
Confirmar minha presença em teu pensamento,
E me enchergar de ponta-cabeça na tua retina,
Me expulsar de mim para morar em você,
Me contradizer, me reinventar, me desmentir,
Meu coração bate agora descompassado, disritmado
Como a agonia das minhas canções, dos meus versos,
E pela magnetica da tua presença, Se entorpece em desespero,
E bate selvagem e forte quanto me olhas devagarinho,
Meio que sem querer,
Quero do teu mel levar um porre,
E curar minha ressaca com teu bom dia,
Ser ninado pela tua respiração
E te materializar desse meu desejo
De te ter aqui quando estas assim, tao longe.
Diogo Caribé
22/2010 21:31
há muito se sabe que se sabe pouco
e há muito se espera pelo que pouco se luta
e vivemos nossa arte contemporanea desse barroco futurista
mesclando nosso alfabeto com nosso iliterário mundo de Alice
um mundo sem aquelas maravilhas, apenas o imaginário
um quiquibrocó neo impressionista, com fantoches e vudus
bonecos de porcelana, recalcados e androginos
e os jubalistas saudosistas teimam em prever os acontecimentos
e a arte derivada desse novo milênio,
derrapa nas curvas desse famigerado progresso
transformando cidadãos em caçadores de recompensas
disfarçados por títulos e honrrarias,
essa art nouveau que nos mata de medo
Essas peripécias causadas pelo maldito destino,
e após a tristeza procuramos sem encontrar nossa catarse,
nossas moedas presa na fonte da juventude,
fazem brilhar os olhos dos achacadores,
que sem dó, nem tampouco, piedade
arranham com suas unhas sujas
nossa lataria.
Diogo Caribé
"Num dia desses sem nada pra fazer,
pego a caneta faço ela correr,
mas ela para, parece cansada,
a tinta ta borrada e a palavra incompleta,
não tenho nada pra escrever"
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Quem sou eu

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- Apenas mais um rapaz latino americano, estudante de história, sem nenhum trocado no bolso.
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